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Governo do Brasil seleciona 11 projetos para restaurar quase 3 mil hectares na Amazônia Legal

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Por LIDER 10.1HD
Governo do Brasil seleciona 11 projetos para restaurar quase 3 mil hectares na Amazônia Legal
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O Governo do Brasil anunciou a seleção de 11 projetos voltados à restauração ecológica e ao fortalecimento da cadeia produtiva da recuperação florestal na Amazônia Legal. As iniciativas selecionadas somam R$ 69,5 milhões em investimentos e devem restaurar 2.877 hectares em Unidades de Conservação prioritárias da região.

Os projetos fazem parte do 4º ciclo de editais da iniciativa Restaura Amazônia, conduzida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). As iniciativas serão implementadas nos estados do Acre, Rondônia, Tocantins, Mato Grosso, Pará e Maranhão. O edital contou com recursos adicionais da Petrobras.

O quarto ciclo de editais teve como foco Unidades de Conservação prioritárias e contou com três chamadas públicas organizadas pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM), Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS) e Conservation International Brasil (CI-Brasil), que coordenaram as seleções em três macrorregiões da Amazônia Legal.

Tudo que queremos é que o desenvolvimento sustentável aconteça em todas as suas dimensões: econômica, social, ambiental, cultural, política, ética e estética. Um mundo mais preservado é também um mundo mais bonito", afirma Marina Silva, ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

ORGANIZAÇÕES — Foram escolhidas iniciativas apresentadas por organizações da sociedade civil, institutos de pesquisa e cooperativas, entre elas: SOS Amazônia, Itaipu Parquetec, Coopfish, Cooperxapuri, Associação Humana Povo para Povo Brasil, Instituto Perene, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Fundação Rio Verde, Wildlife Conservation Society Brasil (WCS), Instituto Socioambiental (ISA) e Instituto Ibramar.

RECUPERAÇÃO — As ações devem contribuir para ampliar a recuperação da vegetação nativa na Amazônia Legal, fortalecer cadeias produtivas sustentáveis e gerar oportunidades de trabalho e renda para comunidades locais envolvidas na restauração florestal.

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL — A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou a importância de mecanismos como o Fundo Amazônia para a criação de um novo ciclo de prosperidade baseado em uma dinâmica econômica que preserve a floresta.

“Meio ambiente e desenvolvimento fazem parte da mesma equação. Quando temos políticas públicas bem desenhadas e com continuidade, conseguimos resultados como transformar o antigo arco do desmatamento no arco da restauração. Municípios que param de desmatar precisam de meios para restaurar e manter suas florestas em pé, gerando emprego e renda. Mas nada disso é possível sem combater o ilegal, porque tudo que queremos é que o desenvolvimento sustentável aconteça em todas as suas dimensões: econômica, social, ambiental, cultural, política, ética e estética. Um mundo mais preservado é também um mundo mais bonito", afirmou a ministra.

“O Brasil tem uma oportunidade histórica de liderar o mercado global de restauração florestal. Ao apoiar iniciativas como o Restaura Amazônia, o governo do Brasil, por meio do BNDES, contribui para transformar áreas degradadas em novas florestas produtivas, gerando renda, empregos e soluções climáticas baseadas na natureza”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

FONTE/CRÉDITOS: https://agenciagov.ebc.com.br/
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